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Campanha Micronacional ANTI DROGAS Hospital Nacional de Econia - Trabalhando para você! |
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Nesta semana que passou, recebemos a noticia de mais um jovem morto por overdose. O Hospital Nacional de Econia já estava preparando a primeira campanha micronacional mas preferimos adiar aquela campanha para tratarmos desse assunto muito delicado. Nosso objetivo não é de fazer discursos paternalistas. Vamos apresentar algumas drogas de forma clara, concisa e verdadeira. Queremos que os cidadãos econianos se convençam com argumentos se vale ou não a pena "entrar" ou permanecer no mundo das drogas. Não estamos citando drogas como tabaco e álcool, pois essas serão campanhas próprias, e serão abordadas mais tarde. Paulo Limberger |
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Ao contrário do que pode se imaginar, o uso de drogas não é recente, na verdade, é tão antigo quanto o próprio homem. Praticamente todas as civilizações antigas experimentaram ou faziam uso regular de alguma droga. Normalmente relacionando essas às suas religiões. Assim foi o caso dos gregos, nas festas atribuídas ao deus Baco (bacanais) , que usavam muito mais do que vinho (e se fosse somente o vinho, já é droga suficiente). Os festins de César e suas orgias. Nas Américas, os Incas usavam folhas de cocaína, Os Astecas usavam peiote (cacto mexicano cujo sulco contém substâncias alucinógenas), isso sem contar os nossos índios brasileiros que em seus rituais utilizam-se de raízes e cipós que produzem psicoses. Para saber mais sobre algumas drogas específicas. |
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